A moda chegava ao Brasil com 5 ou 6 anos de atraso com relação ao seu lançamento na Europa. Costureiras e alfaiates disputavam as revistas de trajes e, na falta destas, inspiravam-se em figuras desenhadas nos rótulos de sabonetes importados, selos e outros produtos, ou nas publicações jornalísticas e literárias.

A aristocracia rural também costumava encomendar vestidos e outros acessórios do vestuário diretamente das fontes europeias ou os adquiria em Montevideu e Buenos Aires.

A mulher gaúcha aristocrata se vestia como se vestiam as europeias, usando tecidos nobres como brocados e sedas, adornados por rendas delicadas.

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